segunda-feira, 14 de maio de 2012

Minas da Borralha

     As Minas da Borralha situam-se na freguesia de Salto, Montalegre, e foram durante várias décadas o principal pólo empregador e populacional deste concelho.
     A antiga mina da Borralha foi das minas produtoras de volfrâmio mais importantes da Europa, ocupando o 1º lugar até à entrada em produção da mina da Panasqueira.
     Nesta mina distinguem-se dois tipos de estruturas mineralizadas: um conjunto de filões quartzosos orientados preferencialmente E-W com pendor 45 a 60º N e uma brecha de colapso com blocos de quartzo, xisto e granito cimentados por quartzo. A espessura dos filões varia de 0,5 a 1m. Produziu concentrados de volframite, scheelite, calcopirite a que se associam prata, bismuto e molibdénio. A produção foi ininterrupta entre 1903 e 1983. Uma parte significativa do campo filoniano não está conhecida.



Reflexão:
   As minas foram durante muito tempo fonte de riqueza em Portugal e no mundo. De facto o nosso país ainda tem vários recursos minerais passiveis de serem explorados. Contudo isso não se verifica, e quem perde é o próprio país. Talvez a situação actual não fosse tão alarmante se alguns recursos fossem explorados.

Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Minas_da_Borralha
http://consulta-prot-norte.inescporto.pt/plano-regional/relatorio-do-plano/relatorios-tematicos-de-caracterizacao-e-diagnostico/PROT_Norte_recursos%20geologicos%20e%20hidrogeologicos_documento%20total_abril09.pdf

terça-feira, 8 de maio de 2012

Exploração Mineira

     A exploração mineira é uma actividade que explora os recursos minerais do solo ou subsolo, bem como o seu tratamento e transformação. Existem quatro tipos de exploração que podem ser a subterrânea, a céu aberto, a partir de perfurações ou a hidráulica. A exploração é subterrânea quando as escavações realizadas não estão em contacto com o ar livre, encontrando-se rodeados pelo subsolo. A exploração a céu aberto é quando as escavações estão em contacto com o ar livre, no caso das pedreiras ou das minas a céu aberto. A exploração por perfuração acontece quando o jazigo, sendo subterrâneo, é explorado, sem se abandonar a superfície, a partir de sondagens, no caso de algumas explorações de minerais uraniferos, sal gema, petróleo, etc. a exploração hidráulica tanto pode ser subterrânea como a céu aberto, que consiste em utilizar a força hidráulica, essencialmente água, nas frentes de trabalho para o desmonte do minério. A indústria mineira é caracterizada pelo esgotamento progressivo do seu objectivo, que significa que a riqueza mineral, salvo raras excepções, não se regenera, sendo esgotável. A exploração mineira tem consequências negativas para o ambiente, no caso das minas a céu aberto, que provocam a destruição de habitats, derrube de árvores, alterações das condições hidrogeológicas e da qualidade da água, a deposição de escombreiras contaminadas com metais pesados, o ruído das explosões e o impacto visual.
No caso de explorações por perfuração, por vezes acontece o derrame do mineral para a natureza. Na exploração hidráulica, principalmente ao ar livre acontece a destruição de habitats, contaminação dos solos e lençóis freáticos, em que tudo é lavado para retirar o mineral que se explora. A protecção ambiental é cada vez mais essencial em qualquer projecto de exploração, em que é necessário preservar o meio que nos rodeia para as gerações seguintes. Uma boa aplicação dos métodos de exploração é importante, sendo considerado um bom método todo aquele que é seguro, tenha um bom rendimento económico, aproveite bem o jazigo e proteja o ambiente circundante.

                                                              
  Fig.1- Mina do Chile

Fonte:


http://www.google.pt/imgres?q=explora%C3%A7%C3%A3o+mineira&um=1&hl=pt-PT&sa=N&qscrl=1&nord=1&rlz=1T4MOOI_pt-PTPT419PT419&biw=1366&bih=639&tbm=isch&tbnid=GS_FLHqZXx_4hM:&imgrefurl=http://o-sexo-dos-anjos.blogspot.com/2010/11/exploracao-mineira.html&docid=zxEICQmbOBn3mM&imgurl=http://3.bp.blogspot.com/_CJPkg9QVl88/TNBmlkDKCdI/AAAAAAAABYQ/Y3DW3XQT2YE/s1600/actividade-mineira.jpg&w=800&h=514&ei=ExCxT5nyK8aI0AXAgqynCQ&zoom=1

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Impacto ambiental

O que é o impacto ambiental?

     É alteração das propriedades físicas, químicas e biológicas do meio ambiente, causada por formas de matéria ou energia resultante das actividades humanas que, directa ou indirectamente  pode afetar:
- a saúde, a segurança e o bem-estar da população;
- as atividades sociais e econômicas;
- a biota (conjunto de seres vivos que habitam um determinado ambiente ecológico);
- as condições estéticas e sanitárias do meio ambiente;
- a qualidade dos recursos ambientais.

 Alguns impactos ambientais:
->Diminuição da biodiversidade;
->Erosão;
->Inversão térmica;
->Efeito Estufa;
->Destruição da camada de ozônio;
-> As chuvas Ácidas;
->Mudanças climáticas;
->etc.

O que fazer para diminuir os impactos ambientais:
• Reflorestar as áreas desmatadas;
• Criar um processo de despoluição dos nossos rios, córregos, etc.
• A aplicação do desenvolvimento sustentável;
• Uso consciente dos recursos naturais;
• Evitar qualquer tipo de poluição.
• Conscientizar as gerações futuras sobre a preservação ambiental;
• Criar lei que garantam essa preservação, etc.

Reflexão:
    A natureza muitas vezes sofre muitos impactos, deixando marcas e fazendo muito mal a todos do mundo, por isso ficar por dentro dos maiores impactos ambientais é muito importante para prevenir que outros aconteçam, queimadas nas florestas causadas pelos humanos e muitas outras coisas causadas pelo ser humano, esses tipos de agressões podem causar impactos profundos e acabar com o que o mundo tem de melhor a natureza.

 Fonte: http://www.mundoeducacao.com.br/biologia/impactos-ambientais.htm
 http://senaisustentavel.blogspot.pt/2011/06/aspectos-e-impactos-ambientais.html

terça-feira, 1 de maio de 2012

Mineral e outros conceitos

Mineral

Substância natural sólida, cristalina com composição química definida ou variável dentro de certos limites. Ex. quartzo, ouro, pirite; e soluções sólidas ex. plagioclases, olivinas..  



Jazigo mineral
É um local no qual um determinado elemento químico existe numa concentração muito superior ao seu clarke (concentração média) sendo por isso susceptível de exploração economicamente rentável.  


Lei da mínima
Concentração mínima de determinado metal num dado jazigo acima do qual é economicamente rentável a sua exploração. Depende da cotação do metal, o custo da exploração concentração e transporte, a dimensão da exploração/ jazigo e, etc

Clarke
Concentração média de um determinado elemento químico da crusta terrestre, e exprime-se em partes por milhão (ppm) ou gramas por tonelada (g/tm).

·         O mais abundante na crosta terrestre é o oxigénio com 46,6% = 466 000 ppm.

·         O 2º elemento mais abundante na crosta terrestre é o silício com 27,7% =277 000 ppm.

·         O 3º elemento mais abundante na crosta terrestre é o alumínio com 8,1% =81 000 ppm.

·         O ferro em 4º lugar tem uma percentagem de 5% = 5 000ppm

Minério
Associação de minerais (=paragénese) ou mineral que contém um ou mais elementos químicos úteis e em concentração tal, que se torna rentável a sua exploração.


Ganga
Conjunto de minerais que acompanham os minerais nas suas ocorrências e que não são objecto de recuperação pelo menos imediata (jazigos de substancias metálicas).
Estéril
São jazigos de substâncias não metálicas.

Escombreira
É uma grande concentração de estéril, isto é, minerais sem aproveitamento de uma mina em exploração.
Para a construção de uma escombreira é preciso ter em atenção vários factores, tais como:

- local de implantação;

- dimensão e forma;

- a não existência de minerais no subsolo que possam vir, no futuro, a serem explorados;

- método e sistema de construção.



Fontes:

·         Manual e caderno escolar



sexta-feira, 27 de abril de 2012

Recursos Minerais

Os recursos minerais são recursos extraídos da natureza através de rochas para uso da actividade industrial. É possível conseguir extrai-los da crusta terrestre através da actividade mineira. A exploração mineira é a causadora de poluição ambiental, alterando profundamente a paisagem da região onde está inserida. A extracção dos recursos minerais do subsolo deve ser feita em equilíbrio com a Natureza e de forma a salvaguardar o meio ambiente para as gerações futuras.

Os recursos minerais dividem-se em dois grupos:

-recursos minerais metálicos- Os recursos minerais mais abundantes são: ferro, cobre, estanho, alumínio, ouro, e muitos outros. Estes elementos químicos encontram-se concentrados em determinados locais, com um teor várias vezes superior ao clarke, poderemos estar na presença de um jazigo mineral.


-recursos mineras não metálicos- estes recursos são relativamente abundantes na Natureza. Constituem para as sociedades modernas, substâncias que devem ser consideradas, como bens de primeira necessidade. Assim, mesmo sem o Homem se aperceber, (ex. calcário, quartzo, mármore, argila, petróleo, etc.) são materiais fundamentais para o bem-estar do Homem.



Tipos de explorações mineiras:

·         Subterrâneas- a exploração ocorre em profundidade
·         A céu aberto – o minério é obtido de uma exploração que ocorre ao ar livre



Reflexão:
 A exploração mineira tem consequências negativas para o ambiente, no caso das minas a céu aberto, que provocam a destruição de habitats, derrube de árvores, alterações das condições hidrogeológicas e da qualidade da água, a deposição de escombreiras contaminadas com metais pesados, o ruído das explosões e o impacto visual. A extracção de minerais é um negócio rentável que poderia ser muito bem aproveitado em Portugal. Só não o é devido a má organização e ordenamento do território nacional, bem como a falta de empreendimento que se vive no nosso país
Fontes:

  • Manual e caderno escolar

terça-feira, 24 de abril de 2012

Ciclo hidrológico e outros conceitos


Chuva

A chuva é um fenómeno meteorológico que consiste na precipitação de gotas de água no estado líquido sobre a superfície da Terra. A chuva forma-se nas nuvens. Algumas chuvas não atingem o solo, algumas evaporam-se enquanto estão ainda a cair.
Existe três tipos de chuvas:
- Chuvas frontais;

- Chuvas de convectivas;

- Chuvas orográficas







Ciclo da água
 A água é a única substância que existe, em circunstâncias normais, em todos os três estados das matérias (sólidolíquido e gasoso) na natureza. A coexistência destes três estados implica que existam transferências contínuas de água de um estado para outro; esta sequência fechada de fenómenos pelos quais a água passa do globo terrestre para a atmosfera é designada por ciclo hidrológico.

Fig.1- Ciclo hidrológico

 A água da evapotranspiração atinge um certo nível da atmosfera em que ele se condensa, formando as nuvens. Nas nuvens, o vapor de água condensa-se formando gotículas, que permanecem em suspensão na atmosfera. Estas gotículas, sob certas condições, agregam-se formando gotas maiores que precipitam-se, ou seja, chove. A chuva pode seguir dois caminhos, ela pode infiltrar-se e formar um aquífero ou um lençol freático ou pode simplesmente escoar superficialmente até chegar a um rio, lago ou oceano, onde o ciclo continua.


Fonte:

  • Manual e caderno escolar

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Trabalho sobre a Teoria de Gaia

Teoria de Gaia





Este trabalho foi proposto pelo professor da disciplina de geologia. Foi bastante interessante para conhecer melhor esta teoria.
Este trabalho foi feito por: Ana Sofia Abreu e Diana Carneiro da turma G do 12ºano

Publicado por: Diana Carneiro 

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Bacia e Rede Hidrográfica

Bacia hidrográfica

É uma região que contém uma rede hidrográfica de um determinado rio.

A formação da bacia hidrográfica dá-se através dos desníveis dos terrenos que orientam os cursos da água, sempre das áreas mais altas para as mais baixas.


Fig.1- Bacia hidrográfica


Rede hidrográfica



É sistemas naturais ou artificiais capazes de drenar água superficial, em geral proveniente das chuvas.


As redes hidrográficas são compostas de canais conectados entre si, e a este conjunto de canais ligados entre si.
Nas redes hidrográficas existem dois tipos de redes importantes:
- Redes artificiais (são construídas nas cidades pelos homens);

- Redes naturais (são compostas por rios e lagos).


Fig.1- Rede hidrográfica 


Fontes:
·         Manual e caderno escolar




quarta-feira, 28 de março de 2012

Teoria de Gaia

Teoria de Gaia: o planeta Terra é um ser vivo

A Teoria de Gaia também é conhecida como Hipótese de Gaia, é uma tese que afirma que o planeta Terra é um ser vivo. De acordo com esta teoria, nosso planeta possui a capacidade de auto-sustentação, ou seja é capaz de gerar, manter e alterar suas condições ambientais.
A Teoria de Gaia foi criada pelo cientista e ambientalista inglês James Ephraim Lovelock, no ano de 1969. Contou com os estudos da bióloga norte-americana Lynn Margulis. O nome da teoria é uma homenagem a deusa Gaia, divindade que representava a Terra na mitologia grega.
Quando foi lançada, esta teoria não conseguiu agradar a comunidade de cientistas tradicionais. Foi, primeiramente, aceita por ambientalistas e defensores da ecologia. Porém, atualmente, com o problema do aquecimento global, esta teoria está sendo revista e muitos cientistas tradicionais já aceitam algumas ideias da Teoria de Gaia.
Fig.1- Teoria de Gaia

quinta-feira, 22 de março de 2012

Os 6 graus que podem mudar o mundo


Este documentário mostra as mudanças alarmantes que nos podem afectar a todos.

À medida que o efeito de estufa aumenta ano após ano, os cientistas alertam para o facto de a temperatura global poder aumentar 6 gruas Célsius ao longo do próximo século, o que causaria mudanças radicais no nosso planeta. Este documentário juntou o autor britânico Mark Lynas a especialista meteorológico acompanha as conclusões a que chegam das mudanças que o mundo viria a sofrer com a subida de cada grau na temperatura global.

Mesmo que a emissão de gases que provocam o efeito de estufa parasse imediatamente, as concentrações que já estão na atmosfera provocariam uma subida global de 0,5 ou mesmo 1º C. Mas e se a temperatura global aumentasse mais 1º? Segundo Mark Lyna, autor de Os Seis Graus, as mudanças não seriam graduais. Os glaciares da Gronelândia e muitas das ilhotas mais a sul desapareceriam. Se a temperatura subisse 3º C, o Árctico deixaria de ter gelo no Verão, a floresta tropical da Amazónia secaria e condições atmosféricas extremas seriam uma norma. Com uma subida de 4º, o nível dos oceanos aumentaria drasticamente. Depois vem o problema das mudanças climatéricas se a temperatura global subisse mais um grau. Regiões onde actualmente temos clima temperado tornar-se-iam inabitáveis, à medida que os homens lutavam pelos recursos que restam no mundo. O sexto grau seria um cenário do dia do juízo final, com os oceanos a tornarem-se zonas marítimas devastadas, os desertos a avançarem cada vez mais e situações catastróficas a serem cada vez mais comuns.

Se não fizermos nada para reduzir esta ameaça quando começarmos a notar estes sinais, não haverá volta a dar para travarmos os efeitos do aquecimento global.

Acima de tudo, este documentário demonstra a fragilidade do planeta Terra e o quanto os seres humanos o esgotam. Estamos em perigo, as outras espécies estão em perigo, a nossa casa está em perigo e temos de reduzir o nosso impacto no meio ambiente. Podemos não "curar" o planeta, mas pelo menos devemos ajudá-lo tanto quanto pudermos




Reflexão: Concluímos que se o mundo continua aquecer nós humanos teremos de mudar a nossa maneira de viver. Se não mudarmos um dia será tarde demais e depois já não haverá solução.